sexta-feira, dezembro 03, 2010

O AMOR E O SILÊNCIO.


Muitas e muitas vezes é preciso silenciar para amar.
O amor exige disciplina, meditação e mediação de valores e crenças contidas na amplitude de ações de cada ser.
Disciplinar as palavras e as atitudes perante os fatos, faz com que o egoísmo e o egocentrismo sejam aparados, de forma que haja um espaço significativo a ser compartilhado.
A meditação torna-se fundamental para o processo contínuo de auto conhecimento, é por ele que nos tornamos capazes de amar, sendo que o primeiro desafio do amor está em apaixonar-se por você.
O exercício do amor próprio amadurece o caráter e liberta da necessidade excessiva da presença do outro, cura da solidão, porque é capaz de preencher qualquer tipo de carência afetiva.
Sente-se extramente só quem abandona a si mesmo. Buscar no outro o que é do outro poderá desencadear um transtorno de obsessão, onde se passa a exigir do outro o que ele tem de mais precioso, a liberdade de estar com ele mesmo. Pois se você não está com você, não poderá jamais exigir que os outros estejam.
A mediação do ser precisa respeitar seus próprios limites e o do outro. Mediar significa dividir ao meio: “eu me amo, e só por isso sou capaz de te amar”. Como pode alguém doar todo o seu amor, a ponto de não sobrar nada para si mesmo? Este tipo de atitude com o tempo, irá exigir algo em troca, não por maldade, mas, pela necessidade humana de sentir-se amado. Delegar aos outros o seu nível de auto estima é um grande risco.
Responsabilizar os outros pelas suas carências sinaliza uma imaturidade com relação aos seus próprios sentimentos, afinal, as carências são suas e somente você as sente. Falar sobre elas seria mais gentil de sua parte.
Todo ser é único.
Esta individualidade compartilhada une o amor e o silêncio.
Autora: Marcia Kraemer

quinta-feira, novembro 25, 2010

Olha que fofura! Serei tia avó pela terceira vez.








Estes são alguns ítens que fiz para a chegada da Manu.

Hoje fiz panquecas no almoço



Olha que Charme as blusinhas que estilizei.



Estas são da Taynah, espero que ela goste, segui as instruções no blog lazulibijox, lá voce encontrará os moldes e quem sabe se anime para fazer também, é muito bom e faz bem.

Aí estão algumas fotos das minhas atividades.


Capa para vaso sanitário com um papai noel super simpático e educado, quando voce levanta a tampa ele cobre os olhos.

Feito por Márcia ou poetisa Mar, como preferir, se você ficou vontade de fazer um enfeite diferente como este para o natal, a dica é entrar no A12.com, programa Sabor de Vida, artesanato.

quarta-feira, novembro 24, 2010

Olá!

Bom dia! Trago uma rosa e um recadinho para vocês.
Amados e amadas, ando muito ocupada com artesanato e acabei de restaurar um armário,
segundo a cliente o armário tem mais de 50 anos, ficou lindo.
Logo, estarei postando as fotos do que andei fazendo nas últimas semanas.
Um abração e fiquemos todos na paz e no amor de Deus.
Marcia.

sábado, novembro 06, 2010

Ney Matogrosso - Poema


Esta canção me faz recordar minha infância: ...O medo era desculpa para um abraço, um consolo...
Poetisa Mar.

quinta-feira, outubro 28, 2010

MÁQUINA DE COSTURA



Esta máquina pertenceu a minha mãe. Foi trabalhando nela que minha mãe ajudou meu pai a criar seus seis filhos, com carinho, dignidade e respeito.
Márcia Kraemer

quarta-feira, outubro 27, 2010

SEMENTES FILOSÓFICAS


Sentimentos são sementes...

Quando lançadas na alma

transformam-se e germinam.

tornam-se dignas ao serem ofertadas com gratidão.

A alma eterniza os frutos

que emanam do seu sentimento mais sublime...o amor!

O amor é a mais divina e pura semente.

Nosso mestre Jesus, nos ensina com profundidade

e revela com sabedoria na parábola do semeador,

(que sou eu, que é você),

que o resultado do lançar a semente

depende do preparo e da escolha da terra

onde a semente será lançada.

As pedras simbolizam um terreno infértil,

um terreno que não foi previamente preparado

para acolher a semente,

isto não significa que ele não receba a semente.

O terreno pedregoso até recebe a semente

mas, não tem abertura ou preparo para que ela germine.

Somos este terreno infértil e pedregoso

quando agimos com superficialidade.

Nos tornamos férteis quando

aprendemos a acolher as sementes com humildade,

quando temos clareza de nosso terreno interior,

quando temos coragem de tirar todas as pedras e

todas as impurezas que impedem

a semente de germinar em nossa vida.

Desta forma aprendemos a retirar os ciscos da alma,

que nos impedem de sermos melhores.

A certeza de se estar preparado para viver e retribuir

as sementes que a vida nos oferece a cada momento,

passa pelo discernimento, para que possamos

identificar e aceitar os"ciscos na alma".

Este é o primeiro passo para perdoar, aperfeiçoar e,

entender os sentimentos como um processo

de maturidade pessoal, humana e espiritual.



Autora: Marcia Kraemer

FILOSOFIA MARCIANA




Escrever não é algo assim tão simples. As inspirações não marcam hora nem lugar, simplesmente vem.
Quando menos se espera, elas batem a porta da mente, invadindo os pensamentos, provocando sucessões de sentimentos, abrindo caminhos para as palavras que surgem pelo vasto universo da reflexão, muito bem acomodadas na carruagem da eloqüência. É uma espécie de carruagem real, com cavalos alados, conduzidos por um esbelto cocheiro epiceno e épico.
"Podemos eleger como melhores momentos da vida, aqueles dos quais nos fizeram refletir sobre nós mesmos. Assim, não corremos o risco de vivermos eternamente com um desconhecido"!

“Conhece-te a ti mesmo”... Se não quiseres conviver eternamente com um desconhecido!

“Um homem começa a viver quando escreve um livro, mesmo que não o publique, e planta uma árvore, mesmo que não colha seus frutos”.
Por: Marcia Kraemer

sexta-feira, outubro 15, 2010

A MINHOCA E O URUBU














Era uma vez uma minhoca que sonhava alto. Em sua cabeça, não entendia porque um pássaro feio como o urubu, que se sente atraído por sujeiras possuía asas e ela não. Sem contar todas as vezes que ela teve que moderar seus passeios por causa do astuto. Então resolveu navegar, já que voar era impossível. Construiu uma pequena embarcação com material retirado da terra e aventurou-se rio abaixo. Esperta, e cansada das investidas do incansável urubu, levava consigo uma porção de terra para o caso do abelhudo aparecer e querer abocanhá-la teria aonde se esconder. É, nem todas as minhocas são assim precavidas, muitas já foram parar na boca de peixes, de urubus, de sabiás, de rolas, de papagaios, e até em pratos exóticos. E urubus, ah, essa raça, que nojo. Nojo? Ainda bem que eles, os urubus, não o sentem, por isso servem de garis na natureza. Que absurdo comparar os garis com urubus. Absurdo? É ter que existir os garis, para limpar a sujeira largada em todos os lugares. Absurdo? É o que eles, os nobres garis encontram no lixo, muitas coisas servem ainda para serem usadas pelos menos abastados, mas outras, francamente, nem os urubus jogam fora, como seus próprios filhotes recém nascidos. Absurdo? É esta minhoca achar-se precavida, ora, nem parou para pensar que o sol irá secar a terra e adeus esconderijo. Mas pode chover. Sim poderá chover, mas quantos pingos de chuva seriam necessários para desmanchar seu punhado de terra. Hipóteses! Estatísticas, expectativas disto ou daquilo e até de vida. Bem, todos se declaram a favor da vida, seja ela das minhocas ou dos urubus. O importante é trabalhar a seu favor, quer dizer a seu próprio favor. Mas, mesmo trabalhando a seu favor, a minhoca se ferrou, pelo menos nesta fábula, enquanto o urubu, gari da natureza, e os garis, nobres trabalhadores da selva de pedra, continuam por aí limpando a sujeira provocada pelos habitantes do planeta terra.

Moral da história: “Nem sempre a precaução adotada é a mais adequada”. E:

“Em terra de minhoca, urubu não bica”.

Autora: Marcia Kraemer